terça-feira, 3 de novembro de 2009

USE YOUR ILLUSION

Seguindo na linha de raciocino do Robson, digo que o mundo é injusto mesmo, não sei se seria o mundo a direção certa para direcionar este termo, acho que tudo que se encaixa nele, ou quase tudo, tem sua parcela de culpa para a vida ser tão entediada assim para algumas pessoas. E geralmente são pessoas de bem, que não proliferam a maldade, que buscam sempre o bem geral para com aqueles que fazem parte da sua vida. Há tempos tenho tentado entender o porquê que tem tanta gente com más intenções rodeando agente. Pessoas que apenas se importam com o seu próprio bem estar, não pensam nas conseqüências que suas atitudes geram. Uma simples palavra pode acabar com o dia de alguém, talvez com a vida. Um gesto de desprezo ou falta de atenção pode ferir irreversivelmente a alma de uma pessoa. Pode ser ai que passa a fazer parte de si o ódio, que se não houver um certo controle pode acabar com sonhos, planos, futuro, vida... Este é só um ponto de vista meu acerca deste assunto, já que não o considero mais assim tão importante, e digo isso apenas por mim mesmo, entendo que este é realmente um obstáculo para muitas pessoas, o qual eu consegui superar depois de tudo que passei. Acredito que, pra mim, o sonhar é o mais importante na vida, pois se ainda existe sonho, ainda existe esperança, motivação, algo para se buscar, conforme o Robson citou no seu texto, quando acaba a esperança, nada mais faz sentido. Em uma de minhas canções eu friso justamente isto, q diz: “Não leve a vida tão a serio/ ela não vale apena/ sofrer por coisas tão banais/ e inventar todos os seus problemas/ não vai tirar você da escuridão/ baseie sua vida em sonhos e tente viver na ilusão!” E é isto que tenho tentado fazer, criando e recriando sonhos, mesmo que a realidade me jogue no chão ao final, mas já aprendi bem as regras do jogo. Acho que é isto, vivendo de ilusões sem tirar os olhos da realidade.

By: Renato

domingo, 25 de outubro de 2009

WHEN THE HOPE IS GONE



Me pego pensando em cada coisa as vezes que sinto que sou diferente. Mas não simplesmente diferente, há uma série de coisas que me levam a pensar isto. Nada é fácil quando se está na minha pele. Mas não peço que sintam pena, apenas gosto de escrever sobre isso e dou valor às essas coisas.
O mundo gira, as pessoas nascem e vivem num mundo capitalista de merda e superficial pra caralho, fora os individualismos, mentem umas às outras, fazem coisas erradas e impunes, amam e juram amores eternos(que às vezes duram poucas semanas) mas no final todos nós sabemos qual vai ser o nosso destino final. O que vale no fim são as heranças deixadas. Se todos pensassem nessa coisas, se todos ao menos parassem pra pensar, talvez o mundo fosse um pouco melhor. Juras de amor eterno, por exemplo, só satisfazem o ego das pessoas. Essa coisa só aumenta a utopia de que o amor traz felicidade, Pode até trazer, mas traz muito mais tempo perdido, fora que quando estamos "amando" ficamos completamente cegos para a maioria das coisas do mundo e das pessoas ao nosso redor. Experiência negativa é valida? Desconfio muito desses pressupostos. Quanta gente repete os erros, sabe bem que errou uma vez e continua a cometer o mesmo erro, ferindo a pessoa que se diz amar?! Mas as coisas são assim, o mundo é injusto mesmo. Todos iremos morrer e isso parece ser tão normal pra mim.
E que diferença faz sermos bons ou maus se o mundo em que vivemos é injusto ?! E não me venha dizer que alguém divino irá fazer algo por nós porque definitivamente não vai. Eu não sou tão inocente assim pra acreditar nisso.
Mas uma coisa é certa, quando a esperança vai embora, o que nos resta fazer é apenas segurarmos em nossas próprias vidas. Sem esperanças, não há luz, não há amor nenhum, não há vida, apenas escuridão. É perder aquela grande motivação ao ouvir uma única palavra. Você é um fracassado quando perde as esperanças. Então não espere uma crise para descobrir o que é prioridade em sua vida.
Talvez tenha até me contradito em alguma coisa mas eu tento ser o mais claro possível no que escrevo.
Não há porque desistir, o sonho não acabou.
Valeu!

Robson Braga da Rosa! 25 de outubro de 2009.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Um pouco da minha história - The Beginning Of It All

Em 1987 eu nasci, mas minhas primeiras lembranças são do início da década de 90.O que mais marcou a minha vida até os meus 5 anos foram as diversas idas com a minha mãe ao Pronto-Socorro(Hospital de Clínicas) de Pelotas. Eu tinha muita dor de garganta,febre e vários problemas respiratórios. Muitos destes problemas são graças a um desvio de septo nasal que possuo até os dias de hoje. Foram tantas as nebulizações no corredores e filas intermináveis para conseguir atendimento.
Lembro também de passar uma boa parte do tempo na rodoviária com a minha mãe que trabalhava na lancheria da minha tia, e em casa com a minha vó. Na rodoviária, eu vivia enchendo o saco da minha mãe e dos taxistas que incrivelmente gostavam da minha companhia. Em casa, minha vó sofria por eu ser tão chato para alimentação e viciado em porcarias.
Aprendi a ler/escrever com 4 anos, sozinho. Olhava figuras, letras e tentava fazer igual(copiar), assim que fui aprendendo já que minha vó era analfabeta. Ainda lembro de me questionar qual o significado do "i" de cabeça para baixo nos finais de frases ou palavras. Odiava os pontos de exclamação.
Com 5 anos me colocaram no colégio. No primeiro dia de aula não consegui assistir pois a escola era uma bagunça total. No segundo dia, minha mãe me levou novamente para a escola e depois de chorar muito, deixei ela ir trabalhar e fiquei na aula. Não gostei nada da ideia de passar a manhã inteira com pessoas desconhecidas. Sempre fui uma criança tímida e solitária. Dificilmente brincava com alguém, e se brincasse, era com crianças bem maiores do que eu, como meus primos Edevaldo e Belisa. Jogávamos um inesquecível "tampinhobol" no saguão da rodoviária e a minha felicidade era quando meu primo me colocava sobre os seus ombros e saía cantando: "a taça do mundo é nossa." Eu era a taça, no caso. No terceiro dia de colégio, de novo foi uma choradeira e eu não queria de jeito nenhum me separar da minha mãe. Eu chorava, xingava, gritava e até colocava sangue pelo nariz de tanto nervosismo. Apesar de tudo, eu fiquei na escola e minha mãe foi trabalhar. Logo em seguida não me aguentei de stress e minha vó teve que ir me buscar. Nos outros dois dias da semana eu berrei tanto que resolveram me tirar da escola. Acabei por passar aquele ano todo indo para a rodoviária com a minha mãe ou ficando em casa com a vó.
Gostaria mesmo é de ter mais lembranças do meu pai. Que falta ele fez na minha infância. E como fez na adolescência e como faz agora. Certa vez meu pai apareceu lá em casa (aqui, no caso) com um "cãozinho" novo pois o nosso outro cão, o Tarzan(um pastor alemão capa-preta), estava meio velho. Acontece que o cãozinho era um boxer que odiava crianças e qualquer coisa que se mexesse na frente dele. Mas eu adorava brincar brincar no pátio, então meu pai se viu obrigado a abandoná-lo. Lembro até hoje do pai tendo que dispensar o animal na Av Caruccio. Meu pai trabalhou muito tempo como motorista de ônibus e caminhão. Eu adorava quando ele aparecia lá em casa com o caminhão e eu ficava fuçando em tudo que tinha na cabine. Lembro das palancas do câmbio de marcha que ele seguido trocava. Morri de medo quando ele apareceu com uma que tinha uma aranha dentro. Achava sinistro.
Há pouco tempo eu resolvi "estudar" um pouco mais da vida do meu pai. Meu tio me contou que foi lá em casa com a minha ta e quando chegou, lá estava eu (bebê) de pernas para o alto, todo sujo com o meu pai tentando trocar as minhas fraldas. O tio Aldo falou que meu pai estava todo atrapalhado e falou em voz alta: -"Olha aqui Aldo, esse negão tá todo cagado!". Só de imaginar a cena me dá muita vontade de rir.
Infelizmente meus pais não se davam muito bem e resolveram se separar após muitas brigas e discussões. Foi uma época muito difícil pra mim. Era muito raro os casais se separarem naquela época e eu tive que viver sem paipelo resto da minha infância.
Minha mãe teve que segurar a barra e tentava frustradamente exercer os dois paéis, o que era impossível. Ela tratou logo de arrumar um padrasto para mim e para meu irmão. Sofri muito tempo calado.
Dói muito ter que trazer essas lembranças à tona. Essas são com certeza uma das cicatrizes que jamais curaram em mim. Mas não há de ser nada, sigo minha batalha e só carrego comigo as lições que tirei de cada dificuldade. E não foram poucas.
Vou ficando por aqui, outra hora eu continuo a história. Obrigado pela atenção. Espero que curtam o vídeo, escolhi de coração. Foi! Abraços
Robson Braga da Rosa

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

12 coisas que odeio em você / Renato

By: Renato

Dia desses eu me lembrei de um filme que vi há alguns anos atrás. Certamente muitos já o viram também. Fiz algum esforço pra lembrar-me de algumas palavras que continham nele, mas foi em vão. Porem fui atrás e consegui encontrar na internet. O filme é “10 coisas que eu odeio em você”.

“”Odeio o seu jeito de falar
“”E o seu cabelo sem corte
“”Odeio como dirige o meu carro
“”E odeio como fica a me olhar

“”Odeio tuas botas de combate
“”E como lê a minha mente
“”Te odeio tanto que isso me abate
“”E até me leva a rimar

“”Odeio por sempre ter razão
“”Odeio quando mente
“”Odeio quando me faz rir
“”E mais ainda quando me faz chorar

“”Odeio quando não esta perto
“”E quando não me liga
“”Mas mais que tudo, odeio o modo como não te odeio;
“”nem um pouco, nem por um segundo, nem nada


E lembrei-me deste filme ao reler algo que escrevi também há certo tempo atrás. Certamente influenciado por este filme, e que na verdade se tornou “12 coisas que eu odeio em você”.

“Eu odeio aquele velho beijo
Que você nunca me deu
Eu odeio aquele seu abraço
Que nunca me aqueceu
Eu odeio as suas palavras
Quando você não esta comigo
Eu odeio quando você fala
Que sempre seremos “apenas” amigos!

Eu odeio quando não estas aqui
Em cada noite que estou só
Eu odeio ter que olhar seu retrato
Pois ele não me deixa melhor
Eu odeio as lagrimas que caem
Dos meus olhos quando penso em você
E eu odeio toda vez que tento
E não consigo te esquecer

Eu odeio toda vez que você
Some da minha vida derepente
Eu odeio ter que pensar
Que te esquecerei para sempre
E eu odeio quando você volta
Com um sorriso quando me vê
Mas odeio mais ainda ter que falar
Que não consigo odiar você!!!”


Bom, é isso por hoje!!!!!!!!!!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

By: Renato

Ola caros leitores do Decompression period, eu Sou o Renato, e este que postou ai em baixo é o Robson, pois bem, o que estaria eu fazendo aqui? Vamos aos fatos: este é um blog de dois amigos, Renato e Robson. Eu e o Robson nos conhecemos cursando o ensino médio, de 2004 a 2006, e desde então mantemos uma amizade. Nos compartilhamos algumas idéias, coisas que ele pensa sobre a vida, sobre as pessoas, sobre sentimentos, enfim, são coisas que eu também penso. E dia desses teclando no MSN falávamos em criar blogs, ele disse que sempre pensou em fazer um, mas que nunca tinha se interessado mesmo pelo assunto. Eu da mesma forma, sempre tive vontade de fazer um blog também, mas sempre caia naquela stória: “vou dizer o que sobre o que?” Daí outro dia tive a idéia: “vou convidar o Robson pra criar um blog!” E pronto, este aceitou e aqui estamos nos!

Sobre o nome do blog: Decompression period
Sugestão do Robson aprovado 100% por mim

And I need some space
to clear my head to think about my life
And I can't be alone
I just need some space
to clear my head and think about my life
With or without you

E eu preciso de algum espaço
para limpar minha mente e pensar na minha vida
E eu não consigo estar sozinho
E só preciso de algum espaço
para limpar minha mente e pensar na minha vida
Com ou sem você

Decompression
Depression period

Papa Roach

Bom... Falaremos aqui sobre musicas, filmes, amizade, amores perdidos, amores conquistados, o que há de ruim ou de bom sobre nossas vidas, ou simplesmente a vida besta!

Sejam todos bem vindos (se é que vai ter alguém) ao Decompression period!!!

domingo, 4 de outubro de 2009

Sempre tive vontade de fazer um blog falando sobre a minha vida. É como se todas as coisas ruins que acontecessem na minha vida fossem carregadas dentro de mim e, de certa forma, me impedissem de ser feliz. É para isso, acredito eu, que sirva um blog, pelo menos paramim servirá para isto. Expôr tudo que há de ruim(e o pouco que há de bom) que existe dentro de mim.

Escolhi a data,ou melhor, o mês (setembro) (apesar de já ser outubro e estar levemente atrasado), porquê é o que mais me identifico pois foi nele que aconteceram os eventos mais importantes e significativos da minha vida.

Minha história pode ter se iniciado bem antes de eu ter nascido. Uma pessoa vivia falando p/minha mãe, quando estava grávida de mim, que o seu filho não seria normal. Ela tinha toda razão. Aliás, nem toda pois às vezes me sinto tão normal, comum e simples diantes dos fatos e exigências que o capitalismo exerce.

"O que eu consigo ver é só um terço do problema. É o sistema que tem que mudar. Não se pode deixar de lutar, senão não muda..."

Negra Li tinha absoluta razão nesse trecho da música "Não É Sério" do Charlie Brown Jr. Outra música "Até Quando?" do Gabriel, O Pensador também retrata bem esse sentimento de insatisfação que carrego comigo e que acredito ser essencial para os dias de hoje.

Bem, até agora não escrevi nada sobre o que realmente eu quero escrever: o AMOR. Ou melhor, o meu amor; ou o sentimento puro que levo dentro de mim. Como me considero complexo quando preciso falar dos meus sentimentos, sinceramente não achei que seria tão difícil assim. Mas eu prometo me esforçar e ser o mais sincero possível sobre tudo o que escrever por aqui.

Não tenho um relacionamento amoroso com ninguém, ou seja, sou solteiro. Porém, isso não significa que eu não ame ninguém ou que não possua sentimentos puros por alguém. Possuo uma quantidade absurda de carinho e amor trancafiados dentro de mim e como eu gostaria de compartilhá-los com alguém. Mas como anda difícil encontrar alguém que possa confortar e retribuir esses sentimentos. Por enquanto, acho melhor parar de escrever sobre tais coisas., outr ahora eu retomo este assunto. Só deixo uma dica aqui pra vocês que me ajuda muito constante mente: não se acostume com a solidão, as consequências podem ser as piores possíveis.

No mais, era isso. Sinceramente, não espero receber muitas visitas, nem comentários, mas espero que se ler, comente. Obrigado pela atenção (se é que você prestou atenção em algo que escrevi) e desculpe os erros de português. Assim como os vinhos, espero melhorar com o tempo.

Desculpe também a minha falta de tempo para atualizar o blog.

Mais uma vez obrigado.


Robson Braga da Rosa

Decompression Period